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Furacões mais perigosos em 2017


Houve até o momento uma grande quantidade furacões em 2017, será que alguns países ainda não se conscientizaram que esses fenômenos naturais vem do aquecimento global e que estão acontecendo com mais frequência no planeta, vamos ter mais destruições causadas por estes fenômenos para o mundo se conscientizar que estamos destruindo nosso planeta terra.
Olho-do-hurricane
Olho do hurricane 

Furacão Harvey

A oitava tempestade nomeada, o terceiro furacão e o primeiro grande furacão da Temporada de furacões do Atlântico de 2017, o Furacão Harvey se desenvolveu a partir de uma onda tropical ao leste das Pequenas Antilhas no dia 17 de agosto. A tempestade atravessou as Ilhas de Barlavento no dia seguinte, passando ao sul de Barbados e depois perto da Ilha de São Vicente. Ao entrar no Mar do Caribe, o Furacão Harvey começou a enfraquecer devido ao moderado cortante do vento e degenerou-se em uma onda tropical no norte da Colômbia no início de 19 de agosto.
O Furacão Harvey começou novamente a se intensificar rapidamente em 24 de agosto, recuperando o status de tempestade tropical e tornando-se um furacão mais tarde naquele dia. Movendo-se geralmente para o noroeste, a fase de intensificação do Furacão Harvey permaneceu ligeiramente estável durante a noite de 24 a 25 de agosto, porém o Furacão Harvey logo retomou o fortalecimento e se tornou um furacão de Categoria 4 no final de 25 de agosto. Horas depois, o Furacão Harvey atingiu o solo em Rockport, Texas, em sua máxima intensidade. O Furacão Harvey causou cerca de 71 mortes: uma na Guiana e setenta nos Estados Unidos.



Furacão Irma

Foi o furacão mais forte já registado na bacia do Oceano Atlântico fora do Caribe e golfo do México, estando empatado com o furacão do Labor Day como o mais potente ciclone a fazer landfall já registado na bacia atlântica, assim como o mais forte furacão atlântico em termos de ventos máximos sustentados desde o Wilma, em 2005, e o mais intenso em termos de pressão desde o Dean, em 2007, assim como o primeiro de tal intensidade a fazer landfall em qualquer ponto da bacia Atlântica desde o Félix em 2007. Irma foi também o primeiro furacão de categoria 5 a afectar as Ilhas de Sotaventosetentrionais, e o segundo registado a atingir Cuba com tal intensidade, após um furacão registado em 1924.
Significado de landfall: Em meteorologia, landfall é quando um ciclone tropical (furacões, tempestades ciclônicas, tufões, etc.) ou também uma tromba de água move-se sobre terra depois de estar sobre água. Quando uma tromba de água tornádica faz landfall, ele é classificado como um tornado e então poderá possivelmente causar danos a construções em geral.
No caso de ciclones tropicais, estes somente são classificados como fazendo landfall quando seu olho (o centro do ciclone, na ausência do olho) move-se sobre terra. O lugar exato onde ocorreu um landfall sofre os maiores impactos. É exatamente na área onde ocorre o landfall que recebe os ventos mais fortes encontrados na parede do olho, onde acontece o pico de elevação da maré de tempestade e também onde ocorrem as chuvas mais fortes. É exatamente no momento do landfall em que ciclones tropicais começam a perder intensidade, pois perdem sua principal fonte de energia, as águas mornas na superfície do mar.
O Furacâo Irma causou danos catastróficos em Anguilla, Antigua e Barbuda, Bahamas, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens, Porto Rico, São Bartolomeu e São Martinho enquanto furacão de categoria 5 com ventos de até 295 km/h (183 mph). Irma foi o furacão mais forte a atingir as Ilhas de Sotavento setentrionais, e uma das piores tempestades a atingir a região, juntamente com o furacão Donna em 1960, e o furacão Luis em 1995 e causou dezenas de mortes, sendo quarenta no Caribe e cinquenta na Flórida. A evacuação de turistas e moradores em razão da passagem do Furacão Irma foi a maior da história de Miami.
Imagens do Furacão Irma

Furacão José

Formação 04 de Setembro 2017, inicialmente projetado para impactar as Antilhas já afetadas pelo Furacão Irma, o Furacão Jose trouxe ventos de força de tempestade tropical para a ilha evacuada e catastroficamente destruída de Barbuda antes de mudar de caminho. Este foi a primeira e até agora única vez na história do Atlântico que dois furacões ativos simultaneamente registraram velocidades de vento de pelo menos 150 mph (240 km/h). Em 14 de setembro, o Furacão Jose foi rebaixado para uma tempestade tropical. Um dia depois, o Furacão Jose foi atualizado para um furacão, depois que um avião do Esquadrão de Reconhecimento Meteorológico da Força Aérea dos Estados Unidos voou para dentro e determinou que a velocidade do vento era de 65 nós, acima do mínimo necessário para que fosse considerado um furacão. No entanto, desde 14 de setembro não atingiu o status de grande furacão. Em 19 de setembro, o Furacão Jose foi mais uma vez rebaixado para a categoria de tempestade tropical. Em 22 de setembro, foi redesignado como um ciclone extratropical.




Furacão Maria

Formação do furacão Maria em 16 de Setembro de 2017, formou-se em 16 de setembro em uma onda tropical que foi monitorada pelo Centro Nacional de Furacões a partir de 14 de setembro. É o terceiro grande furacão seguido a ameaçar as Ilhas de Barlavento com um impacto direto ou grandes impactos dentro de duas semanas, após o Furacão Irma causar um dano catastrófico e o Furacão Jose, então um furacão de Categoria 4, que passou próximo do local. Às 23:30 UTC do dia 18 de setembro, Maria fortaleceu-se para um furacão de Categoria 5, fazendo com que a Temporada de furacões no Atlântico de 2017 seja a primeira desde 2007 a caracterizar dois furacões de Categoria 5 e uma das seis temporadas de furacões no Atlântico com dois ou mais furacões de Categoria 5, bem como apenas a segunda temporada (após 2007) a apresentar dois furacões que atingiram o solo na intensidade de Categoria 5. Além disso, é o décimo furacão no Atlântico mais intenso já registrado e também é o furacão com a menor pressão atmosférica em todo o mundo em 2017.
O furacão Maria atingiu Porto Rico na condição de pior tempestade a se abater sobre o território em quase 90 anos, transformando ruas em rios repletos de destroços, danificando edifícios e cortando a energia depois de matar ao menos 33 pessoas no Caribe.



Furacão Ophelia 2017

A partir de 19 de outubro de 2017, a catástrofe causou pelo menos 50 mortes. 47 destas foram causadas pelo furacão devido a incêndios na Península Ibérica. De três mortes diretas, todas ocorridas na Irlanda, um homem e uma mulher foram mortos distintamente após a caída de uma árvore nos carros das vítimas. Outro homem foi morto enquanto cortava uma árvore com motosserra que bloqueava uma estrada. O dano foi estimado em US$ 1,18 bilhão de dólares, tornando-se uma das tempestades mais catastróficas já registradas no Reino Unido e Irlanda.



Fonte de pesquisa: Wikipédia

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